Caminhando contra ventos e tempestades…

Caminhos que seguem, esperanças que se renovam a cada sol nascente.

sábado, 16 de agosto de 2008

Toque mágico…

E vens na noite… através dos fios com sua voz suave…mansa e carinhosa  me trazes a dose necessária do amor … a força necessária pra eu caminhar…e já não estou mais só…te ouço e sinto…meu corpo se aquece a cada palavra que esse aparelho telefônoco transmite   e percebo que a vida mora em você  que suavemente como uma chuvinha de perfumadas flores ou de pingos de sereno prateados pela lua vem até mim…e me cobres de beijos…ofereces num ritual unicamente nosso …os chás que acalmam minha alma e me fazes mulher…me fazes viver…me faz feliz mais uma vez.

E quando penso falar algo…você se antecipa e ja sabe minhas palavras…e as dizes…e meu coração bate ao compasso do teu…e sonho descansar minha cabeça em teu ombro me acolher em teu peito…e ouvir as palavras que me levam até o mais brilhante raio de luar…ou ao mundo das cores e flores…onde a beleza é unicamente eu e você..

Belita mell

criado por melisie    19:40:56 — Arquivado em: Coisas da Vida

domingo, 10 de agosto de 2008

É assim…

A vida de cada um será que  é assim ? feito essa minha  vida …amanheceres festivos…longas tardes agradáveis…e ao chegar a noite …junto lá vem essa melancolia…esse medo que sinto do novo dia …e as tristezas e saudades me batem fortes…e as incertezas pelo que espero viver se anuncia de forma maldosa…e parece sorrir da minha insegurança.

Onde buscar alegria…onde sentir o calor do sol…onde resgatar meu sorriso apaziguado…onde me esconder…onde viver…onde morrer…

O que esperar…por onde começar…o que levar…o que deixar…

 

Belita Mell

criado por melisie    19:11:50 — Arquivado em: Reflexões

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

A Rua dos Cataventos …

Da vez primeira em que me assassinaram,
Perdi um jeito de sorrir que eu tinha.
Depois, a cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha.

Hoje, dos meu cadáveres eu sou
O mais desnudo, o que não tem mais nada.
Arde um toco de Vela amarelada,
Como único bem que me ficou.

Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada!
Pois dessa mão avaramente adunca
Não haverão de arracar a luz sagrada!

Aves da noite! Asas do horror! Voejai!
Que a luz trêmula e triste como um ai,
A luz de um morto não se apaga nunca!

 

Mario Quintana

criado por melisie    20:30:15 — Arquivado em: Poema
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